Diagnóstico genético do embrião

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Alterações no número de cromossomos do embrião, (aneuploidias), podem resultar em  falhas na sua implantação, em abortamentos, e, se a gravidez evoluir, pode se desenvolver um embrião com doenças genéticas. Normalmente, há 23 pares de cromossomos nas células humanas. Quando é realizada a fertilização in vitro, podem ser feitos testes para verificar, até certo ponto, a integridade genética do embrião.

O teste cromossômico é feito retirando-se uma ou mais células do embrião, antes da transferência dele para o útero. Com elas, será feita uma técnica que permite enumerar os pares de cromossomos. Se houver alteração nesse número, então haverá risco de falha de implantação, abortamento ou nascimento de bebês com síndromes genéticas.

Alguns exemplos de embriões que se desenvolvem, mesmo com defeito no número de cromossomos, são os seguintes:

1.. indivíduos cujas células tem três cromossomos de número 21, em vez de dois, serão portadores de Síndrome de Down (ou “mongolismo”).

2..indivíduos que tem apenas um cromossomo X (em vez de serem XX ou XY), serão portadores de Síndrome de Turner.

3..indivíduos com células XXY (em vez de XX ou XY), terão a síndrome de Klinefelter.

Dessa forma, teste genético do embrião acrescenta mais segurança ao processo de fertilização in vitro, embora não afaste completamente a chance de o embrião vir a ser anormal.